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QUÍRON – NOSSA FERIDA, DOR E CURA

Quíron – O Astro

É um astro que orbita entre Saturno e Urano.

Saiba mais em QUÍRON – O ASTRO.

Quíron – Arquétipo

Na Mitologia, Quíron foi um centauro. Era um curador, mas não conseguiu curar a própria ferida. Teve que morrer para escapar da grande dor originada de sua metade animal (instintos).

Foi envolvido numa batalha que não lhe pertencia.

É o arquétipo de uma boa alma que foi ferida injustamente pela própria vida.

Conheça sua história em QUÍRON NA MITOLOGIA.

QUIRON 80 X 80SIGNIFICADOS DE QUÍRON NO MAPA ASTRAL

Saber onde Quíron se encontra no Mapa Astral pode ser um grande indicativo de como a vida nos fere.

Por que isso é importante? Já tendo em mente em qual área da vida somos mais vulneráveis, podemos nos preparar melhor contra as adversidades que viermos a encontrar; já anteciparíamos a nossa própria cura.

Ferida Incurável e dor

A Casa e o Signo em que Quíron se encontra nos dirão muito sobre onde e como a vida nos feriu.

A ferida que se manifesta de tempos em tempos, com os trânsitos de Quíron.

Surge a nível consciente aproximadamente aos 50 anos de idade, durante o retorno de Quíron, quando ele volta a mesma posição no momento do nascimento.

Precisamos compreender primeiro e aceitar depois que existe uma imperfeição inevitável na natureza humana.

Repetição de erros

A área aonde temos tendência a repetir os mesmos erros até que reconheçamos isso.

Não ficamos completamente curados e temos de renunciar completamente ao vício do mesmo erro e estar constantemente em vigilância para não retornarmos a ele.

Muitos astrólogos o vêem como um “mediador” entre Saturno e Urano.

Saturno: Antigamente a astrologia atribuía a Saturno doenças, crises, dificuldades, acidentes e outros males. Na concepção moderna, Saturno passou a ser associado também ao trabalho e ao sucesso, mesmo sendo ainda o planeta que impõe obstáculos, tarefas e desafios.

Urano: É associado às mudanças e rupturas. Provoca o desmoronamento de situações e, embora sua ação seja abrupta, decorre de mudanças durante algum tempo.

Quíron é a ponte entre essas duas energias diferentes.

Potenciais adormecidos

Usamos a restrição de Saturno para alcançar a libertação com Urano.

Quando você compreende o que limita, restringe e frustra (Saturno) e reconhece o que tem a fazer para o seu futuro (Urano), você está iniciando um processo de cura (Quíron), e assim consegue modificar seu destino.

E quando você decide modificar seu destino, descobre em si potenciais adormecidos que lhe abrem inúmeras possibilidades.

Nossas feridas são presentes quando olhadas de um ângulo diferente. Nos trazem caráter, lições de vida e perseverança.

Especialmente quando Quíron transita por um ponto sensível de nosso mapa, retrocede e volta a atravessá-lo em movimento direto, ensina sua própria lição sobre a energia envolvida—as áreas da vida e os aspectos de nossa psique regidas por essa energia.

Quíron – Cura

Depois da ferida incurável:

Sentimos raiva, desejo de ferir os outros, amarga resignação, envergonhar-se de si mesmo, sentir-se vítima, necessidade premente de compreender os padrões universais que existem por trás da dor pessoal.

Para a transformação e a libertação da dor:

Aceitação, perdão e compaixão.

Não podemos mais nos colocar no papel de vítima e procurar um bode expiatório, se não queremos entrar em depressão e numa amargura destrutiva.

É necessário caminhar na direção de um despertar espiritual.

Colocar o dom à disposição dos demais.

Quíron – Visão Espiritual

A melhor maneira de interpretar Quíron é vê-lo como parte de um sistema com Plutão.

PLUTÃO: Provoca mudanças profundas que trazem as lições mais fortes na vida do indivíduo.

QUÍRON: Confere certeza de que tais lições são necessárias, significativas e que propiciam o máximo de aprendizagem.

A essência da cura está ali. Preste atenção. Escute-a.

“Por sua própria natureza, Quíron possui um abrangência coletiva; a ferida existe no inconsciente coletivo e é ancestral.

Um dos dons de Quíron é a ACEITAÇÃO; que é muito diferente de uma resignação autocompassiva” .

Liz Greene