PESQUISA CIENTÍFICA COMPROVA: ASTROLOGIA É CIÊNCIA!

Neste artigo, transcrevemos alguns trechos da pesquisa realizada pelo Núcleo de Estudos de Fenômenos Paranormais (NEFP) do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília que relata qual a metodologia aplicada para que fosse concluído que a Astrologia deveria ser reconhecida como ciência pelos acadêmicos.

INTRODUÇÃO

Embora a Astrologia seja um dos ramos do conhecimento humano dos mais antigos não tem sido aceita como ciência na academia. Contudo, o estudo sério e aprofundado de autores como Morin de Villefranche (Século XVII) e Adolfo Weiss (Século XX) justifica uma avaliação racional e científica para a Astrologia. Ambos apontam formas eficazes de interpretação e avaliação dos dados contidos em um mapa astrológico, que deveriam validar, pelo seu rigor científico e seriedade, a sua aceitação no meio acadêmico.

A criação do NEFP, pelos seus próprios objetivos, proporcionou boas perspectivas para o estudo da matéria astrológica, a fim de comprovar suas teorias através da pesquisa científica.

O presente projeto foi o primeiro passo para a averiguação das afirmações de Morin e Weiss, por meio de uma pesquisa objetiva, com a devida comprovação estatística dos resultados obtidos. Vale dizer ainda, que os resultados deste trabalho já viabilizaram a elaboração de outros estudos, contribuindo para a sistematização científica e o consequente desenvolvimento da Astrologia como ferramenta de suporte em várias áreas de atuação do ser humano.

Esta primeira pesquisa, finalizada pela área de Astrologia do NEFP, intitulou-se “Verificação dos efeitos das posições dos astros na eclíptica com respeito à formação do homem e seu cotidiano” e teve como objetivo a verificação em um grupo amostral de 50 pessoas da UnB através da análise astrológica de aspectos relacionados à formação da personalidade, emoção, intelecto, mente, afetividade, entre outros assuntos.

PESQUISA

Os pesquisadores do NEFP solicitaram uma autorização a Comissão de Ética na Pesquisa. Inicialmente foram selecionados 100 voluntários para participar da pesquisa, que forneceram à coordenação seus nomes, data hora e local de nascimento. Vale ressaltar que todos os voluntários assinaram um “Termo de consentimento livre e esclarecido” para participar da pesquisa.

A coordenação da pesquisa repassou aos astrólogos apenas os dados referentes à hora, data e local do nascimento dos pesquisados, fornecendo um código de identificação dos mesmos, os quais possibilitam a construção dos mapas natais.

Os astrólogos, de posse dos dados dos pesquisados, elaboraram para cada um dos pesquisados seus mapas astrológicos. Vale ressaltar que, em nenhum momento, os astrólogos tiveram contato com os pesquisados, apenas a seus dados.

RESULTADOS CONCERNENTES AOS MAPAS NATAIS

Dos voluntários, a coordenação efetivou a análise e interpretação de um percentual relativo a 40% do total. De posse dos formulários de avaliação dos mapas natais, a coordenação da pesquisa compilou os dados e fez uma média ponderada dos valores avaliados pelos voluntários. Baseado nestas avaliações dos voluntários foi verificado um índice de acerto próximo de 95% nas descrições da personalidade, emoção, intelecto, mente, sexualidade, valores familiares e econômicos, quadro geral da saúde etc. feitas pelos astrólogos. Vale ressaltar que o valor máximo das avaliações, ou seja, de 100%, ocorreu diversas vezes.

CONCLUSÃO

A pesquisa foi realizada unicamente com a coleta, a compilação, e o tratamento de dados. Os resultados finais advindos da pesquisa foram a confirmação da tendência de que:

(i) determinantes astrológicas mantenham uma estreita relação entre a formação da personalidade, da emoção, intelecto, valores familiares, etc., com a geografia astral; e

(ii) existem determinantes astrológicas que podem indicar os acontecimentos do cotidiano do ser humano.

A coordenação da pesquisa obteve, como conclusão final do trabalho realizado, fortes indícios de que a Astrologia pode e deve ser tratada como uma ciência, pois toda a metodologia para sua utilização está baseada em princípios gerais, os quais podem ser facilmente colocados de forma acadêmica/científica, com base nas ciências físicas.

CONSIDERAÇÕES ACERCA DA PESQUISA

Segue em anexo os comentários proferidos pelas psicólogas Rosane De Martin Gama e Elisabete Helena Almeida Maciel, que colaboraram na pesquisa recebendo os formulários e orientando os voluntários na avaliação da congruência/veracidade das características descritas nos seus mapas natais. Anexo, também, a observação do PhD Álvaro Luiz Troconi, professor do Instituto de Física da Universidade de Brasília, que acompanhou o seu desenvolvimento e resultados.

“Confesso que cheguei a pensar que o trabalho proposto não alcançaria um bom resultado. Logo no início, atendi um voluntário, professor da UnB, que me pareceu franzino e tímido, impressões contrárias as anotadas pelos astrólogos, que afirmaram ser aquela pessoa “vaidosa, possuidora de grande vigor físico, possivelmente um atleta”. Para minha surpresa, a pessoa afirmou ser praticante de lutas marciais (é faixa preta de karatê) e maratonista há 30 anos. A cada afirmação astrológica lida a seu respeito, ele dizia, repetidamente, “estar de queixo caído”, já que os astrólogos acertaram na análise dos assuntos abordados. O resultado da pesquisa mostra que a Astrologia pode ser utilizada como recurso para o autoconhecimento.” (Rosane De Martin Gama, psicóloga)

“Com base na pesquisa, acredito que a Astrologia, sistematizada, poderá vir auxiliar em processos de avaliação de personalidade, testes psicotécnicos e vocacionais, entre outros. Entendo, também, que o mapa astrológico poderá auxiliar no foco de determinadas situações de uma pessoa submetida a um processo terapêutico.” (Elisabete Helena Almeida Maciel, Psicóloga)

“Entendo que, por meio da analogia, a Astrologia relaciona as posições dos astros com as características peculiares a uma pessoa (personalidade, condicionamento emocional, psíquico, afetivo, atuação profissional etc.) Isto é ciência. Ainda que não saibamos que tipo de energia atua nesse campo, é possível formular uma equação descrevendo o fenômeno.” (Álvaro Luiz Troconi, PhD)

[1] O NEFP está subdividido em quatro áreas temáticas: Astrologia, Conscienciologia, Ufologia e Terapias Complementares.

Para acessar o conteúdo completo da pesquisa, clique aqui.

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